Novos paradigmas na formação do docente cristão

Novos paradigmas na formação do docente cristão

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE TEOLOGIA.

Por Robson Francisco das Chagas[1]

A formação de professores de teologia para essa nova realidade tem sido crítica e não tem sido privilegiada de maneira efetiva pelas igrejas nem pelas universidades teológicas. Vemos a divulgação de vários seminários oferecendo a formação em nível de bacharelato e poucas oferecem a licenciatura plena em teologia.

Na formação do professor de escola dominical a situação é bastante crítica. Não existe faculdades que visem a formação em nível superior para capacitação do corpo docente das igrejas. A maioria dos professores de escola dominical são autoctone, isto é, saem da própria igreja. Normalmente um irmão ou irmã que possui boa formação secular e pouca teológica. O que alguns seminários oferecem são cursos de formação rápida (em torno de um ano) para os professores das igrejas. Se imaginarmos que a igreja é a base da formação da cristandade, ela fica muito a desejar. Quando falamos de recursos tecnológicos modernos tais como: computadores, projetor de multimídia e retroprojetor; a situação fica pior ainda. Se nas faculdades teológicas faltam estes recursos quanto mais na igrejas. Poucos são os pastores que “gastam dinheiro” nestas “besteiras” .  Quadro branco e canetas já são um luxo.

As soluções propostas inserem-se, principalmente, em programas de formação de nível de pós-graduação ou, como programas de qualificação de recursos humanos. O perfil do profissional de ensino é orientado para uma determinada “especialização”, mesmo por que, o tempo necessário para essa apropriação não o permite. Como resultado, evidencia-se a fragilidade das ações e da formação, refletidas também através dos interesses econômicos e políticos. (Costa e Xexéo,1997, p. 77).

PERFIL DO PROFESSOR DA ÁREA TEOLÓGICA E EXIGÊNCIAS DE FORMAÇÃO

Existem dificuldades, através dos meios convencionais, para se preparar professores para usar adequadamente as novas tecnologias. É preciso formá-los do mesmo modo que se espera que eles atuem.

As tentativas para incluir o estudo das novas tecnologiasnos currículos dos seminários e faculdades teológicas esbarram nas dificuldades com o investimento exigido para a aquisição de equipamentos, e na falta de professores capazes de superar preconceitos e práticas que rejeitam a tecnologia mantendo uma formação em que predomina a reprodução de modelos substituíveis por outros mais adequados à problemática educacional.

Os professores seminaristas não são profissionais e sim pessoas vocacionadas com o ministério cristão que tem uma função de recriação  sistemática, sendo esta uma das formas de proceder quando se tem alunos e contextos de ensino com características tão diversificadas, como sucede em todos os níveis de ensino. A função do professor seminarista e de escola dominical é a criação e recriação sistemática, que tem em conta o contexto em que se desenvolve a sua atividade que são os ensinamentos da Bíblia Sagrada e salvação obtida pelo perdão dos pecados através de Cristo Jesus.

É preciso estimular a pesquisa, a leitura da Palavra e a consagração e colocar-se a caminho com o aluno e estar aberto à riqueza da exploração, da descoberta de que o professor, também pode aprender com o aluno.

Na formação do professor cristão, este, durante e ao final do processo, precisa incorporar na sua metodologia o conhecimento das novas tecnologias e da maneira de aplicá-las e de estímulo à pesquisa como base de construção do conteúdo a ser veiculado através do computador, saber pesquisar e transmitir o gosto pela investigação a alunos de todos os níveis.

A sociedade do conhecimento exige um novo perfil de educador, ou seja, alguém comprometido, competente, crítico, aberto às mudanças, exigente e interativo. E isto não é diferente dentro da igreja. Se espera de um seminarista uma pessoa capaz de alimentar espiritualmente as pessoas que assistem aos cultos ou as lições da escola dominical

A formação de professores sinaliza para uma organização curricular inovadora que, ao ultrapassar a forma tradicional de organização curricular, estabelece novas relações entre a teoria e a prática. Oferece condições para a emergência do trabalho coletivo e interdisciplinar e possibilite a aquisição de uma competência técnica e política que permita ao educador se situar criticamente no novo espaço tecnológico.

Ao professor cabe o papel de estar engajado no processo, consciente não só das reais capacidades da tecnologia, do seu potencial e de suas limitações para que possa selecionar qual é a melhor utilização a ser explorada num determinado conteúdo, contribuindo para a melhoria do processo ensino-aprendizagem, por meio de uma renovação da prática pedagógica do professor e da transformação do aluno em sujeito ativo na construção do seu conhecimento, levando-os, através da apropriação desta nova linguagem a inserirem-se na contemporaneidade.

O processo de preparação dos professores, atualmente, consiste em cursos ou treinamentos com pequena duração, para exploração de determinados programas, cabendo ao professor o desenvolvimento de atividades com essa nova ferramenta junto aos alunos, sem que tenha oportunidade de analisar as dificuldades e potencialidades de seu uso na prática pedagógica.

Estas mudanças exigem uma profunda alteração curricular, em que os conteúdos acumulados pela humanidade serão os objetos do conhecimento, mas os novos problemas e os projetos para suas soluções comporão os procedimentos e atividades que serão avaliados pelas escolas para constatar sua eficácia. Para inovações novos instrumentos e utensílios serão necessários, entre eles as estradas da comunicação como a Internet e a capacitação docente para o domínio das novas tecnologias.

O professor, na nova sociedade, revê de modo crítico seu papel de parceiro, interlocutor, orientador do educando na busca de suas aprendizagens. Ele e o aprendiz estudam, pesquisam, debatem, discutem, constroem e chegam a produzir conhecimento, desenvolver habilidades e atitudes. O espaço aula se torna um ambiente de aprendizagem, com trabalho coletivo a ser criado, trabalhando com os novos recursos que a tecnologia oferece, na organização, flexibilização dos conteúdos, na interação aluno-aluno e aluno-professor e na redefinição de seus objetivos.

O processo de formação continuada permite condições para o professor construir conhecimento sobre as novas tecnologias, entender por que e como integrar esta na sua prática pedagógica e ser capaz de superar entraves administrativos e pedagógicos, possibilitando a transição de um sistema fragmentado de ensino para uma abordagem integradora voltada para a resolução de problemas específicos do interesse de cada aluno. Deve criar condições para que o professor saiba recontextualizar o aprendizado e as experiências vividas durante sua formação para a sua realidade de sala de aula compatibilizando as necessidades de seus alunos e os objetos pedagógicos que se dispõe a atingir.

Esta formação propicia condições necessárias para que o professor domine a tecnologia – um processo que exige profundas mudanças na maneira do adulto pensar. O objetivo da formação, além da aquisição de metodologias de ensino, conhecer profundamente o processo de aprendizagem, como ele acontece e como intervir de maneira efetiva na relação aluno-computador, propiciando ao aluno condições favoráveis para a construção do conhecimento. A ênfase do curso deve ser a criação de ambientes educacionais de aprendizagem, nos quais o aluno executa e vivencia uma determinada experiência, ao invés de receber do professor o assunto já pronto.

Um curso de formação em novas tecnologias prevê espaços para o desenvolvimento de atividades de integração de tecnologias em educação, como trabalhar em grupos que desenvolvem formas de utilizar as tecnologias com finalidade educacional.

As mudanças que as tecnologias favorecem na postura do professor seminarista ou de escola dominical em aula: ajuda os alunos a estabelecerem um elo entre os conhecimentos acadêmicos com os adquiridos e vivenciados, ocorrendo uma troca de idéia e experiências, em que o professor, em muitos casos, se coloca na posição do aluno, aprendendo com a experiência deste. Durante as aulas os alunos são levados a pesquisar e estudar individualmente, bem como a buscar informações e dados novos para serem trazidos para estudo e debates em aula. Enfatiza-se uma aprendizagem ativa e um processo de descobertas dirigidas. Incentiva-se a aprendizagem interativa em pequenos grupos.

Quem se lembra daquele irmão que auxiliava o professor da escola dominical trazendo experiências valiosas que enriqueciam as aulas, tornando-as bem práticas e eficazes?

Podemos citar como um recurso pedagógico riquíssimo as ilustrações ou parábolas utilizadas por Jesus durante o seu ministério. Através de histórias simples e profundas trazia ensinamentos a respeito do reino do céus. Quantos pessoas ficaram maravilhadas com os seus ensinos. Porque não ensinava como os fariseus e escribas, mas com poder e autoridade.

 
MUDANÇAS DE PARADIGMAS ATRAVÉS DAS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

A tecnologia permite uma nova visão da universidade,

[…] ao abrir suas paredes e possibilitar que os alunos conversem e pesquisem com outros alunos da mesma cidade, país ou do exterior, no seu próprio ritmo. Os trabalhos de pesquisa universitários podem ser compartilhados por outros colegas e divulgados instantaneamente na rede para quem quiser. Alunos e professores encontram inúmeras bibliotecas eletrônicas, revistas on line, com muitos textos, imagens e sons, que facilitam a tarefa de preparar as aulas, fazer trabalhos de pesquisa e ter materiais atraentes para apresentação. O professor pode estar mais próximo do aluno. Pode receber mensagens com dúvidas, pode passar informações complementares para determinados alunos. Pode adaptar a sua aula para o ritmo de cada aluno. Pode procurar ajuda em outros colegas sobre problemas que surgem, novos programas para sua área de conhecimento. O processo ensino-aprendizagem pode ganhar assim um dinamismo, inovação e poder de comunicação inusitada. (MORAN, 1995, p.26)

Embora esta tecnologia seja utilizada basicamente para jogos de diversão ou treinamento em áreas específicas de determinadas profissões, como por exemplo, programas de simulação de vôo, em algumas escolas ela já faz parte das aulas. Isto vem permitindo aos alunos, embarcarem em viagens no tempo e no espaço através de estações multimídia (tecnologia que une o microcomputador à televisão e aos discos laser, para acessar um banco de imagens e textos). Assim, eles vêem e manipulam informações, tornando o processo educativo mais divertido e interativo.

O avanço tecnológico e a modernização dos meios de produção proporcionaram a diminuição dos custos de aquisição, permitindo a inserção dos computadores, em larga escala, nas instituições educacionais. Mas também é mister uma concreta integração ao processo pedagógico. Criar uma nova disciplina em seu currículo visando preparar seus alunos para o domínio da informática ou incorporar os computadores aos seus espaços como mais um recurso disponível sem refletir sobre as possibilidades de contribuições significativas à prática pedagógica é um equívoco. Em muitos seminários um determinado método vem sendo priorizado e generalizado para todos os acadêmicos. Alguns se adaptam muito bem ao método em uso e acabam vencendo. Outros não sobrevivem ao massacre e acabam abandonando o curso iniciado.

Muitos educadores esquecem que o uso de tecnologias na educação, para apresentar resultados positivos, precisa estar associado a uma metodologia adequada. Não devemos encará-las como um remédio que irá resolver todos os problemas da educação escolar, nem apenas juntar a informática com a educação (isso não garante sua aplicação adequada), mas sim integrá-las entre si e à prática pedagógica.

É importante ressaltar que “nossa mente é a melhor tecnologia, infinitamente superior em complexidade ao melhor computador, porque pensa, relaciona, sente, intui e pode surpreender.” (Moran, 1995, p.24). Por isso temos que valorizar a nossa mente e corpo, “integrando nossos sentidos, emoções e razão. Valorizando o sensorial, o emocional e o lógico.” (Moran, 1995, p.24)

Sendo assim, a tecnologia educacional pode ser encarada como o processo de mudança na universidade brasileira.

A prática pedagógica, a atuação do professor e seu relacionamento  com os alunos é que definem o uso adequado ou não do recurso tecnológico, e a que tempo, em que medida, isso deve-se dar, ou não.

É preciso que estejamos abertos, para não incorrermos no erro de usar as tecnologias e aparatos eletrônicos por si só, com um fim em si mesmo, destituídos de contextualização com as práticas didáticas  em sala de aula.

Na nossa prática escolar detectamos que a falta de um tempo específico para esse tipo de estudo incluso no horário de trabalho do professor é um entrave considerável para uma boa implantação da informática na escola. 

O USO DA TECNOLOGIA  NA EDUCAÇÃO

            Durante a realização deste trabalho, nos perguntamos:  como seria a utilização da tecnologia na educação de maneira inteligente? Seria fazendo aquilo quer o professor faz tradicionalmente, ou seja, passando a informação para o aluno, administrando e avaliando as atividades que o aluno realiza, enfim, ser o “braço direito” do professor, ou seria possibilitar mudanças no sistema de ensino, sendo usado pelo aluno para construir o conhecimento e, portanto, seu recurso com o qual o mesmo possa criar, pensar, e manipular a informação?

A análise mais profunda dessa questão nos permitiu entender que o uso inteligente da tecnologia não é um atributo inerente a mesma, mas está vinculado à maneira como nós concebemos a tarefa na qual ele será utilizado. Um sistema educacional mais conservador certamente deseja uma ferramenta que permite a sistematização e o controle de diversas tarefas específicas do processo atual de ensino. Uma máquina que ensine e administre esse ensino facilita muito a atividade do professor. Sistemas computacionais com tais características já foram desenvolvidos, desempenhando tarefas que contribuem muito para essa abordagem educacional e passando a ser muito valorizado pelos profissionais que compartilham dessa visão de educação.

            Quando fizermos uso dos recursos tecnológicos devemos ter em mente que a abordagem pedagógica é a instrução auxiliada por tecnologias.

As novas tecnologias de comunicação e informação produzidas por meio da informática cresceram de maneira acentuada e ensejaram progressos extraordinários. Assegura-se que o conhecimento se tornou a indústria que proporciona à economia a matéria-prima fundamental e central de produção.

Marcos Tuler, um pedagogo de renome no meio evangélico, tenta através de suas publicações mostrar que o ensino religioso pode absorver sem medo os recursos tecnológicos existentes. A prática pedagógica evangélica em nada se diferencia as seculares. Pelo contrário. Analisando o desenvolvimento das técnicas de ensino vemos que maioria delas teve início dentro das igrejas. Podemos observar o caso de Jesus que utilizava técnicas de ensino chamada de interrogatório na apresentação de suas doutrinas e que teve origem na cultura grega, sendo conhecida como maiêutica.

A TECNOLOGIA EM PROL DA EDUCAÇÃO

A maneira de como se utilizar as tecnologias na educação teológica deve ser uma busca de cada curso, procurando adequar seus processos pedagógicos a essa realidade. Tomemos por exemplo o curso de medicina que tem sido um dos principais beneficiados com a introdução dessas tecnologias nas universidades brasileiras, com programas de computadores que auxiliam no treinamento de procedimentos cirúrgicos virtuais antes de serem aplicados aos pacientes, permitindo que médicos simulem cirurgias com precisão de detalhes. A vantagem é poder decidir com antecedência a forma mais adequada de intervenção para cada caso, diminuindo as chances de erros.

Da mesma forma que na USP foi criado um simulador de coleta de medula óssea, o primeiro sistema de realidade virtual para treinamento pediátrico do mundo. Os cursos de engenharia e arquitetura se valem das projeções tridimensionais para suas obras de artes (pontes, edifícios, obeliscos, lojas de departamento, etc) facilitando o controle e cálculos de estruturas.

Isto são apenas alguns exemplos do aproveitamento da tecnologia no ensino superior.

Distarte do que foi apresentado, sabemos que um ensino tido como ideal se utiliza de várias linguagens, bem como os diferentes meios auxiliares de ensino disponíveis, de modo que o processo de ensino aprendizagem se torne eficaz.

Nas aulas de arqueologia bíblica a utilização de projeções tridimensionais, o uso dos projetores de multimídia e a possibilidade de visitas em tempo real a terra santa tem auxiliado de maneira surpreendente os professores de teologia, fazendo que o aluno seminarista tenha uma real visão daquilo que se está relatando nos livros.

ENSINO TEOLÓGICO: UM RECORTE DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

Sem dúvida o computador é o recurso tecnológico mais utilizado devido sua versatilidade.

Durante uma pesquisa de campo realizada ema algumas faculdades e seminários teológicos notei a presença marcante deste instrumento.

Existe uma faculdade teológica localizada no bairro de Nova Iguaçu – Rio de Janeiro em que a ênfase está nos softwares específicos que facilitam a atuação do professor, melhorando a relação pedagógica de ensino-aprendizagem. Esta escola oferece cursos gratuitos que são desenvolvidos em ambientes virtuais de aprendizagem. Para se ter uma idéia, as avaliações são executadas através do sistema de “chat” ou bate-papo, onde as perguntas e respostas surgem com a naturalidade de uma conversa que permite que o professor faça uma melhor avaliação sobre o processo de ensino-aprendizagem.

Algumas faculdades teológicas estão se aproximando do modelo exigido pelo Ministério da Educação (MEC) na questão dos cursos não presenciais. Estão utilizando os pastores das igrejas para aplicação de provas presenciais. O aluno estuda conforme a orientação de um professor ou tutor. Cumprida esta etapa, a instituição de ensino envia para a igreja as avaliações referentes aquele bloco de disciplinas a qual o seminarista irá realizar esta avaliação na presença deste homem de Deus.

Isto nos mostra que apesar de serem programas com finalidade específica, facilitam em muito a compreensão dos discentes durante seu curso de formação.

Visitei um seminário evangélico que utiliza o computador como um meio auxiliar de instrução e que com programas comuns do OFFICE, tais como: Word e Powerpoint permitem a criação de CD interativos visando uma ambientação dos discentes antes das aulas propriamente ditas. É uma oportunidade dos alunos contribuírem individualmente para sua própria formação, baseada nas instruções pedagógicas de Paulo Freire – do aprender a aprender.

AS ESCOLAS TEOLÓGICAS

O ensino da Palavra de Deus é enfatizada na Bíblia Sagrada. A igreja foi designada pelo Senhor Jesus Cristo ao estabelecer a expansão do evangelho conforme registro de Mateus 28: 19-20: “Ensinai todas as nações, ensinando-as a guardar as coisas que vos tenho mandado…” o que se tornou introdutório no Novo Testamento por ser o primeiro livro do mesmo. Isso inclui todos os Ensinos de Jesus, tanto a Ética e a Conduta Cristã como as grandes doutrinas do Cristianismo. É a Educação Religiosa.

Jesus falou sobre a Trindade, sobre a sua Deidade, sobre o Espírito Santo – Personalidade e Divindade. Falou da Salva­ção, sobre a imortalidade de alma, sobre Escatologia, sobre o combate aos retos. Tudo isto encontramos registrados nos Evangelhos, e muitas outras igualmente importantes. São as­suntos vitais do Cristianismo. Foi essa a incumbência que Jesus delegou a Igreja…

Em 1911 foi fundada a igreja da Assembléia de Deus no Brasil, sendo a Educação Religiosa sua primeira aliada à meta evangelística, tendo como metodologia às pregações nos púlpitos onde se apresentava verdadeiros estudos bíblicos, bem como através da Escola Dominical onde as aulas eram apresentadas em forma de classes bíblicas e em seguida nas­ceram as Escolas Bíblicas periódicas promovidas pela Igreja local para melhor atender as necessidades dos seus obreiros.

Sentindo a necessidade da Educação Teológica formal em consequencia do aumento de número de membros e um melhor preparo e conhecimento da Palavra de Deus, surgiram os cursos de Teologia, Escolas Teológicas, Institutos Bíblicos, Seminários, Faculdades e Universidades.

Com a finalidade de organizar esta nova tendência educacional brasileira e os resultados positivos deste novo empreendedorismo que fez nascer novas Instituições de Ensino Teológico a ponto de a CGADB criar a Comissão de Educação e Cultura Religiosa, a quem passou a completar o estabelecimento de Diretrizes-Mestras para a Educação Religiosa e Reconhecimento de Instituição de Ensino Teológico e Secular, objetivando-se o fortalecimento na difusão do Ensino da Palavra de Deus.

Com seus objetivos claramente definidos, as Instituições de Ensino do CEC tem por finalidade levar o aluno a adquirir uma compreensão profunda da Bíblia Sagrada, e Auxiliar na capacitação do aluno para combinar conhecimentos, atitudes, valores e habilidades com sua vida espiritual, a fim de que estes elementos combinados sejam usados por Deus para cooperar com a igreja no cumprimento de sua missão.

O Conselho de Educação e Cultura Religiosa é o órgão normativo da educação religiosa nas Assembléias de Deus no Brasil, cabendo a ele a responsabilidade de traçar as diretrizes mestras da educação religiosa em seus diferentes níveis inspirados nos princípios fundamentais da Bíblia e de conformidade com as exigências legais.

As mesmas doutrinas pedagógicas adotadas nas escolas seculares, podem ser adotadas nas teológicas, com as devidas adaptações, para fomentar o ensino da Bíblia Sagrada a todos povos, línguas e nações.

Por isso não se pode deixar que o ensino teológico fique ultrapassado, não acompanhando as tecnologias de informação e comunicação. Os recursos tecnológicos estão presentes no nosso dia-a-dia e não podemos nos afastar dele por preconceito religioso. Se Jesus estivesse com o seu ministério nos tempos atuais certamente utilizaria os meios disponíveis para levar sua mensagem adiante. Não se pode negar os benefícios trazidos pela tecnologia. Hoje temos comunicação em tempo real com os nossos missionários no campo, diminuindo as distâncias e tendo como consequencia um melhor acompanhamento de suas atividades.

Nossas universidades, faculdades e seminários devem estar atentas as suas necessidades pedagógicas, buscando a todo o instante a melhoria da relação ensino-aprendizagem, contribuindo deste modo com o crescimento da obra do Senhor Jesus.

CONCLUSÃO

As novas tecnologias têm um significativo impacto sobre o papel dos professores e na sua formação, pela reciclagem constante recebida via rede, em termos de conteúdos, métodos e uso da tecnologia, apoiando um modelo geral de ensino que encara os estudantes como participantes ativos do processo de aprendizagem e não como receptores passivos de informações ou conhecimento, incentivando-se os professores a utilizar redes e começarem a reformular suas aulas e a encorajar seus alunos a participarem de novas experiências.

O uso adequado destas tecnologias estimula a capacidade de desenvolver estratégias de buscas; critérios de seleção e habilidades de processamento de informação, não só a programação de atividades. Em relação a comunicação, estimula o desenvolvimento de habilidades sociais, a capacidade de comunicar efetiva e coerentemente, a qualidade da apresentação escrita das idéias, permitindo a autonomia e a criatividade.

Os trabalhos de pesquisa podem ser compartilhados por outros alunos e divulgados instantaneamente em rede para quem quiser. Alunos e professores encontram inúmeros recursos que facilitam a tarefa de preparar as aulas, fazer trabalhos de pesquisa e ter materiais atraentes para apresentação. A possibilidade de que os usuários tenham acesso às redes de informação de todo o mundo durante todo o período escolar, independente do lugar geográfico em que estudam, amplia sua visão de mundo, sua capacidade de comunicar-se com pessoas de outras culturas, idiomas, interesses.

Os projetos exitosos estão centrando seus esforços no interesse em incorporar as novas tecnologias como uma ferramenta habitual nas práticas docentes pode conseguir gradualmente mudanças significativas na qualidade e efetividade de seu trabalho.

A formação de professores seminaristas e de escola dominical em novas tecnologias permite que cada professor perceba, desde sua própria realidade, interesses e expectativas, como as tecnologias podem ser útil a ele. O uso efetivo da tecnologia por parte dos alunos, passa primeiro por uma assimilação da tecnologia pelos professores. Se quem introduz os computadores nas escolas, o fazem sem atenção aos professores, o uso que os alunos fazem deles é de pouca qualidade e utilidade. Além disso, o fato de só colocar computadores em uma escola raras vezes traz impacto significativo. Para atingir efeitos positivos, é fundamental considerar uma capacitação intensiva inicial e um apoio contínuo, começando com os professores, quem a sua vez, poderão capacitar a seus alunos. É necessário planejar a integração da tecnologia na cultura da escola, fenômeno de avaliação gradual, que requer apoio externo.

Espera-se do professor seminarista no século XXI que ele seja aquele que ajude a tecer a trama do desenvolvimento individual e coletivo e que saiba manejar os instrumentos que a cultura irá indicar como representativos dos modos de viver e de pensar civilizados, específicos dos novos tempos, contribuindo com o crescimento do reino de Deus entre os homens. Para isso, ainda são necessárias muitas pesquisas em novas tecnologias da informação, modelos cognitivos, interações entre pares, aprendizagem cooperativa, adequados ao modelo baseado em tecnologia, que oriente a formação de professores no seu desenvolvimento e ofereça alguns parâmetros para a tarefa docente nesta perspectiva.

É mister notar que a utilização da tecnologia como instrumento de facilitação do processo pedagógico deve estar acompanhada das técnicas de ensino já desenvolvidas e outras que podem ser criadas.

A tecnologia por si só não educa, não substitui o professor, nem as relações interativas da sala de aula.  Só para lembrar, o homem quando chegou a lua em 1969, nós vivíamos num período em que a pedagogia tradicional dominava a educação brasileira, da educação infantil ao ensino superior e a tecnologia não chegava nem perto da sala de aula.

A formação do profissional do ensino secular ou teológico deve estar alicerçada nos amplos conhecimentos já desenvolvidos pelos seres humanos e a tecnologia educacional apenas complementa e facilita o processo pedagógico.

O desafio está em se promover as mudanças ditadas pelo novo mundo, absorvendo-se os triunfos já alcançados e a serem conquistados pela ciência e pela tecnologia, colocando-os a serviço de toda a humanidade, impedindo, entretanto, que o cresci­mento desordenado, sem preocupação com o ser humano e com os recursos do planeta, nos leve a sobreviver de maneira desastrosa. Para isso, o professor do novo milênio deve estar preparado e acostumado com as nuances eletrônicas.

Ao aproximarmo-nos do fim deste século, por uma ou outra razão, “ochão está tremendo sob os pés de cada um de nós“. (HOBSBAWN, 1992, p. 232)

Assim, o docente seminarista não poderá continuar de costas para as trans­formações que estão ocorrendo e que a humanidade terá que enfrentar. Precisamos incorporar as mudanças ocorridas no mundo, li­dando com elas e colocando-as à nossa disposição, à disposição da nossa escola, da nossa sociedade, num movimento articulado. Para isso, a formação do docente não termina com a colação de grau, isto é, ela nunca termina.

Ao sair do seminário o teólogo deve entender que a partir deste momento várias pessoas aguardarão ansiosas a palavra final sobre a interpretação correta de uma passagem bíblica. É uma responsabilidade que está sobre os nossos ombros. Não podemos de maneira nenhuma fugir disto. O Senhor Jesus nos deu os talentos e chegou a hora de colocarmos em prática os longos anos de estudo e preparo.

Moisés levou quarenta anos no deserto sendo preparado para conduzir o povo de Deus em direção a terra prometida. Hoje, somos nós homens e mulheres que foram chamados e preparados para levar homens ao encontro de Cristo. Por isso o preparo.

A responsabilidade que se impõe para cada ser humano hoje é de transformação profunda de nossa relação com o planeta Terra e com os outros homens. A possibilidade da transformação é a possibilidade da própria vida.

A formação de professores conhecedores de tecnologias educacionais é mister para um caráter transformador na construção de uma sociedade justa, solidária e democrática.

Infelizmente a mesma droga que cura pode matar. Em tecnologia podemos ter a mesma afirmativa. Estou falando dos bate-papos e outros lixos ditos pedagógicos, que estão contribuindo para uma deseducação no Brasil. Muitos jovens que ficam ligados em chats e utilizam abreviaturas fora das normas, inventando palavras para diminuir o tempo de digitação, dando maior velocidade as conversas via internet ou utilizam mídias interativas que mais auxiliam para uma deseducação do que para qualquer outra coisa. Isto contribui para a formação de um léxico alheio as normas cultas. E ainda por cima, esquecem de ler a Palavra de Deus. Ficam desnutridos, anêmicos e fracos espiritualmente, pois esquecem de alimentar-se diariamente, buscando nas Escrituras a vida eterna.

A dependência da tecnologia pode transformar o homem num ser subordinado as facilidades eletrônicas ou mecatrônicas, que esquecem de coisas simples. Por exemplo, quem sabe tirar o leite da vaca? Quem sabe cultivar uma horta ou plantar um pomar? Ou quem sabe acender uma fogueira usando uma vareta de madeira? Quem sabe que Jesus é o autor e consumador da fé? Que se lembra que Ele morreu por nós, para perdoar os nossos pecados?

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[1] Robson Francisco das Chagas – Pedagogo, Historiador e Teólogo. Extrato da dissertação de mestrado “Novos paradigmas na formação do docente cristão” defendida em fevereiro de 2010.